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A Engexpor é uma empresa de Gestão de Projetos e Gestão da Construção, prestando serviços a promotores e investidores imobiliários no desenvolvimento dos seus empreendimentos, desde a fase de consultoria até à entrega final da obra. A gestão do projeto e obra foi atribuída à Engexpor, numa intervenção onde os escritórios são feitos à medida do cliente e em linha com as mais inovadoras e sustentáveis tendências do mercado e com as novas formas de trabalho. “Nos espaçosos apartamentos, as áreas de estar de conceito aberto fundem-se perfeitamente com os espaços de jantar e cozinha, promovendo um ambiente onde famílias e amigos podem conectar-se e comer juntos”, destaca. Nasceu assim o bairro mais moderno da cidade, que rapidamente conquistou empresas, hotéis e moradores. As áreas interiores garantem o conforto e qualidade, onde estão presentes grandes janelas de vidro, do chão ao tecto, que permitem a entrada de luz natural e a fusão com a natureza envolvente.
Os apartamentos são compostos por espaços generosos e todos os apartamentos têm acesso a amplas varandas que proporcionam um delicado jogo de sombreamentos sobre as fachadas em pedra de lioz. Os apartamentos mais altos oferecem vistas panorâmicas sobre Lisboa e o rio Tejo. A Promiris adquiriu o edifício em fevereiro de 2017, em parceria com o grupo belga Cetim como acionista minoritário. Situado nas imediações de comércios, serviços, parques ajardinados e dos principais meios de transportes públicos, este pro-jeto central na cidade torna-se ainda mais atrativo. Têm áreas amplas, jardim e piscina privativa ou varandas com vista sobre a paisagem. Estes 17 novos apartamentos, de tipologias T1 a T3, são assinados pelo arquiteto Eduardo Capinha Lopes.
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“Esta nomeação constitui um reconhecimento significativo para o atelier Rebelo de Andrade e para a arquitectura portuguesa, evidenciando a qualidade e a capacidade criativa desenvolvida em Portugal”, considera o gabinete em nota enviada. A OA alerta que, caso a proposta seja aprovada sem alterações, informará os seus membros sobre os riscos acrescidos de intervenção profissional num contexto sancionatório agravado, o que, considera, poderá comprometer a mobilização necessária para a reconstrução das regiões afectadas pela tempestade “Kristin”. Tal cenário, argumenta, pode incentivar comportamentos defensivos, atrasos nos processos e menor mobilização técnica num momento em que o país enfrenta um esforço de reconstrução significativo.
O projecto, da autoria do atelier Openbook, está alinhado com as certificações internacionais LEED e WELL, reforçando o compromisso com edifícios verdes, saudáveis e eficientes. O Lisbon Green Valley apresenta uma vasta oferta que, para além dos lotes para construção de moradias, contempla apartamentos e townhouses, num total de 366 unidades. Para potenciar ao máximo os padrões de qualidade de vida dos residentes, os promotores do Lisbon Green Valley convidaram a designer de interiores Rebecca Leon a conceber um projecto de decoração para a primeira casa modelo, que possa inspirar os futuros moradores.
- Cookie é um pequeno arquivo de dados que é armazenado no seu computador ou dispositivo móvel.
- Com apenas 17 apartamentos exclusivos, com amplas áreas e varandas e as vistas mais privilegiadas do Native.
- A Vida Imobiliária é a publicação líder de mercado imobiliário em Portugal.
- As colecções integram fibras naturais de elevada qualidade, como lã, linho e seda 100% neozelandesas, seleccionadas pela sua resistência, beleza e origem responsável.
- “Fez-se a revisão da legislação relativamente aos instrumentos de história urbanística e tornou-se um bocadinho mais fácil a aprovação do plano de pormenor que converte espaço rural em espaço urbano, mas obrigando a que 70% seja habitação a custos controlados, o que afasta logo à partida os investidores privados”.
Moradia T4 com Piscina Interior à Venda em Maceira – Leiria
O ORION conta com 34 apartamentos, de tipologias entre o T1 e o T5, com valores a partir de 360 mil euros, distribuídos por 3 pisos, com amplos jardins, garagem e arrecadação, integrando ainda uma zona de comércio de serviços. Há suspeitas de por ali terem passado 4 milhões de euros em comissões, destinados a um ex-ministro do governo de António Guterres e que tinham como objectivo o licenciamento do maior outlet da Europa. O empresário Júlio Monteiro Carvalho, tio de José Sócrates, é o titular, através de algumas das suas empresas, de outras firmas que estão colocadas em paraísos fiscais.
Setores público e privado debatem financiamento da habitação acessível
Com o objetivo de diversificar o negócio e estar próximo dos seus Clientes, o Grupo Ageas Portugal vai para além dos seguros, disponibilizando uma oferta alargada de serviços através da Clínica Médis, Kleya, Go Far, Ageas Repara e Pétis. Para Steven Braekeveldt, CEO do Grupo Ageas Portugal, “a distinção do World Architecture Festival comprova que é possível criar um ambiente de trabalho de alta qualidade, condizente com um local de trabalho moderno”. Totalmente, adaptado às circunstâncias de trabalho atuais e futuras, este novo imóvel está alinhado com os valores da empresa, focando-se na preocupação ambiental, na sustentabilidade e na responsabilidade social. As duas foram substitutídas pelo gabinete de arquitectura de Capinha Lopes após o segundo chumbo do projecto. O director executivo da Benoy, Nicholas Lamb, afirmou esta quinta-feira que o então ministro do Ambiente José Sócrates deu o nome do arquitecto Capinha Lopes como alternativa à equipa da Promontório para o projecto Freeport em Alcochete.
evolução dos projetos
Mostramos, em baixo, algumas fotografias do interior do Ageas Tejo, que tem a assinatura do atelier Capinha Lopes e que recebeu um prémio na categoria de edifício de escritórios nos World Architecture Festival (WAF) 2022. Tal como anunciado aquando da inauguração do escritório, a ideia é que este seja um edifício no qual os colaboradores se possam sentir em casa. “Quando lançámos o projeto, antes da pandemia, já estávamos muito focados naquilo que são as novas formas de trabalhar. O projeto inicial, no entanto, nasceu numa altura em que ainda nem se falava em pandemia.
Temos de disponibilizar mais habitação, mas que seja segura, saudável e confortável. São necessários sistemas construtivos, economicamente competitivos e de execução rápida, para resolver os problemas dos edifícios e promover a sua reabilitação energética de forma sustentável. A falta de mão de obra e o preço dos materiais são alguns dos desafios estruturais com que o setor se debate e que se refletem nos custos de construção e no preço das casas. Ávila e Sousa, Diretor Técnico e de Marketing do Grupo Preceram abordará o tema da inovação nos materiais e como otimizar custos de construção.
A XIII Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa decorre este ano, entre os dias 3 e 5 de março, no Lisboa Social Mitra, consolidando-se como o maior evento nacional dedicado à habitação, construção e sustentabilidade. Por isso, observa-se uma aposta crescente em construção modular e pré-fabricada, que permite reduzir prazos, aumentar o controlo de qualidade e minimizar riscos. A redução do consumo energético, a optimização dos sistemas de arrefecimento, a diminuição do uso de água e integração de fontes de energia renovável são factores determinantes para o sucesso dos projectos.
Projetos em desenvolvimento
“O Pousio representa uma visão clara de como a habitação urbana pode evoluir, conciliando qualidade de construção, conforto e integração com o ambiente envolvente. Pousio, em Requesende, Porto, coloca no mercado 189 apartamentos, T1 a T3, divididos por três edifícios – Riacho, Folhagem e Orvalho. O plano da Câmara Municipal de Setúbal para a requalificação daquela área do território de Azeitão contempla ainda trabalhos nas Rua Brejos Pequenos, Travessa da Salmoura e vias de acesso local 1 e 2, num total de 1720 metros, cujo investimento previsto é de 1,3 milhões de euros. O plano prossegue com a requalificação da Rua da Malhada, numa extensão de 1200 metros, num investimento previsto de 950 mil euros, lisbongreenvalley.pt e com a reabilitação do troço norte da Rua Brejos de Camarate e de mais onze arruamentos da Salmoura, com um orçamento previsível de 2,3 milhões de euros. Mas, vamos tentar executá-lo o mais breve possível, com financiamento de candidaturas ou recurso a empréstimos”, esclareceu Maria das Dores Meira, presidente do município, ao adiantar que “os serviços estão a tratar dos projectos de execução” das várias fases do plano. O plano de requalificação urbanística para a zona da Salmoura, em Azeitão, a desenvolver faseadamente, num investimento estimado superior a 13,5 milhões de euros para execução de diversas infraestruturas públicas, foi apresentado pela Câmara Municipal de Setúbal.
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